Eu queria,
há muito tempo, escrever sobre esse tema, já que o intuito do blog é ser um
canal para dissertar sobre pensamentos, fatos, atitudes, etc.
De
qualquer modo, não sou nenhuma estudiosa do assunto ou até mesmo tenho formação
em psicologia.
Tampouco
tenho formação cientifica para fazer qualquer tipo de análise mais profunda do
ser humano; mas tenho os fatos.
Estamos vivendo uma época de total superexposição da vida pessoal, da intimidade; onde sempre ter é melhor do que ser. Contudo, as pessoas estão conectadas vinte e quatro horas por dia, exibindo seus corpos, seus bens materiais, seus relacionamentos. O conceito de privacidade mudou. Nesse contexto, pessoas com tendências ao egocentrismo, à vaidade excessiva, à manipulação, à mentira, à sedução sentem-se muito à vontade.
Estamos vivendo uma época de total superexposição da vida pessoal, da intimidade; onde sempre ter é melhor do que ser. Contudo, as pessoas estão conectadas vinte e quatro horas por dia, exibindo seus corpos, seus bens materiais, seus relacionamentos. O conceito de privacidade mudou. Nesse contexto, pessoas com tendências ao egocentrismo, à vaidade excessiva, à manipulação, à mentira, à sedução sentem-se muito à vontade.
Sabemos
que desde os tempos remotos a maldade humana existe.
E
sempre me pergunto: até que ponto essa maldade pode ir? Vemos atrocidades
realizadas pelo ser humano; e ainda mais hoje nos meios de comunicação e redes
sociais, pessoas ferindo outras até com palavras - num momento onde ela apenas
precisava de silêncio.
Há
milhares de anos toda essa maldade ainda existia, mas a maldade não era
difundida, divulgada. Hoje, o ser humano sente-se no direito de opinar
livremente sobre a vida de outra pessoa, como se ela mesma fosse a pessoa mais
perfeita do mundo. Já dizia um livro clássico: “Se algum de vocês estiver sem
pecado, seja o primeiro a atirar a pedra.”
É
fácil relatarmos os erros dos outros; difícil mesmo é reconhecer os nossos. Ainda
é mais fácil quando agimos com maldade. Culpar o diabo, o demônio, o Lúcifer ou
como quiser chamá-lo. Sim, temos essa covarde audácia de transferir os nossos
atos para outros. O mais difícil é assumir que temos responsabilidades sobre os
nossos atos e que todo ser humano tem o lado bom e mal.
Não é
nenhum assunto novo mas, realmente, nesta semana, diante de fatos, eu realmente
fiquei indignada com tamanha falta de consideração de algumas pessoas. A
internet virou um campo de batalhas desnecessárias, sem fundamentos e cheio de
futilidades. As pessoas falam sem sequer pensar que aquelas palavras podem
ferir, matar, magoar. Parece que não se colocam no lugar do outro; querem
apenas expressar sua mera e inútil opinião destrutiva - e nada mais. Não
importando-se com as consequências. Particularmente, nem leio os comentários
das notícias - sempre tem aqueles que acham que são donos da verdade. Por
sorte, alguns jornais desativaram a função de comentários. Nem sempre é preciso
opinar. Parece que, às vezes, nem todos são dotados de um cérebro.
Eu
acredito que tudo depende do controle e das atitudes. Temos ainda aquele ser
humano extremamente maldoso, mas que se disfarça tão bem, que ele consegue
enganar a mais astuta pessoa e até mesmo profissionais que estudam anos à fio para
reconhecer mentirosos. A pessoa tem um talento nato para mentir, enganar e
fazer com que acreditem que ela seja uma pessoa que ela não é. Essas pessoas
são chamadas de psicopatas, mas este é um outro post que falaremos.
E
você, já cansou da maldade humana exagerada e divulgada?
Liberdade
de expressão ou falta de respeito?

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