terça-feira, 22 de novembro de 2016

O Mistério da Ilha de Pascoa - Eram os deuses astronautas?

 Eu estava assistindo um programa ontem no History Channel chamado Alienígenas do Passado, um tema bastante interessante. Baseado no tema eu pude me lembrar da minha viagem feita a Ilha de Pascoa. Realmente é uma viagem enriquecedora, não somente pelas paisagens, mas por todo o mistério que ronda a ilha. Vale muito a pena investir nessa busca de conhecimento e entrar nesse clima de mistério e surpresas.
A ilha de Páscoa é uma ilha da Polinésia oriental, localizada no sul do Oceano Pacífico (27º 09' latitude Sul e 109º 27' longitude Oeste). Está situada a 3.700 km de distância da costa oeste do Chile e sua população é de 3.791 habitantes (censo 2002), 3.304 dos quais vivem na capital Hanga Roa. Famosa por suas enormes estátuas de pedra, faz parte da V Região de Valparaíso, pertencente ao Chile.
Em rapanui, o idioma local, é denominada Rapa Nui ("ilha grande"), Te pito o te henúa ("umbigo do mundo") e Mata ki te rangi ("olhos fixados no céu").
São 118 Km quadrados guarda um grande mistério: Uma exótica população de aproximadamente mil estátuas de pedra, com formas humanas. Como estas estátuas (de 16 a 90 toneladas com até 10 m de altura ) foram esculpidas e transportadas para os diversos recantos da ilha ainda é um enigma a ser desvendado. 


Os moais possuíam cabeças muito alongadas, braços pendendo ao longo dos troncos e salientes abdomens. Alguns deles apresentavam pesados blocos de pedra avermelhada (mais de 10 toneladas) sobre as cabeças (pukaos) em formato de chapéus.
A hipótese mais aceita hoje em dia assegura que os moais não representavam deuses, mas sim dirigentes políticos, espirituais e figuras antepassadas de prestígio - detentoras de poder sobrenatural (mana) que protegeria os habitantes da ilha .
Segundo uma lenda, os primeiros habitantes de Rapa Nui desembarcaram na praia de Anakena, vindos de Hiva (Marquesas e Mangareva), chefiados pelo grande soberano Hotu Matua. 
As lendas contam detalhes de uma teocracia muito bem estruturada, com classes definida de sacerdotes, escultores, pescadores e agricultores.
Segundo estas lendas, o equilíbrio se rompeu porque a teocracia desviou cada vez mais a mão de obra produtora de alimentos para a construção destas obras gigantescas . Então ocorreu - segundo estas lendas - uma grande batalha entre os Hanau Eepe - orelhas compridas (a teocracia) e os Hanau Momoko ( os trabalhadores ) ao longo do fosso de Poike; tendo como vencedores os Hanau Momoko - orelhas curtas. Como consequência começam a faltar alimentos , pratica-se o canibalismo,e acontece a destruição de muitas obras arquitetônicas. A ilha tornou-se vulnerável e aconteceram muitas incursões escravagistas e uma epidemia de varíola dizimou grande parte da população nativa.
Fonte: http://www.geocities.com/CollegePark/Field/8825/rapanui.html

Já ficou anotado que um dos principais problemas que apresentava o estudo e a interpretação dos "moais" gigantes era o de explicar, de uma maneira racional, o modo de transportar as estátuas desde o lugar de sua construção até o lugar de localização.
Alguns pesquisadores que estudaram o assunto destacaram que os pascoenses podiam ter conhecido, há muitos milhares de anos, a utilização do plano inclinado e de complexos sistemas à base de cangalhas. Os pascoenses ignoram, ou simulam ignorar, alguma explicação que permita ater-nos a interpretações racionais. Dizem que as estátuas foram deslocados por "Mana" o que desconcerta e faz "graça" a todos os cientistas oficiais. De todos os modos, como aponta Francis Maziére: "é estranho que a resposta seja sempre a mesma. A crença no mana é muito importante e generalizada na Polinésia".

Para compreender melhor a idéia, citemos a H. Never Mann: "O mana descansa sobre a seguinte idéia: Tudo o que sobre a terra possui um poder especial é em alguma forma a "cópia" de um modelo criado no outro mundo, seja pelos deuses, no lendário país de Hawaiki, o paraíso, ou seja, pelo contrário, no mundo inferior. É assim que quando, por exemplo, um machado cortava particularmente bem, ou quando uma embarcação indígena (barca de flutuadores ou casco duplo) se "agarrava" muito bem ao mar, a única explicação possível era que em um desses países longínquos existia um machado ou uma embarcação do mesmo tipo, das quais as cópias terrestres derivam seu "mana". Assim o "mana", ainda que pareça manifestar-se espontaneamente, é sempre emprestado".


Vídeo do Programa - Vale muito a pena assistir para quem se interessa pelo assunto.
E você? o que pensa sobre o assunto? Como explicar estes mistérios?

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